Entrevista Especial – Keila – Tecnobrega é o Poder

Keila é uma das melhores representantes da nova Música Pop Paraense. Fazendo um tecnobrega afinado com as principais da música eletrônica da atualidade. Confira nesta entrevista especial mais detalhes sobre a carreira dela:

Fotos: Waldeison Ferreira

 

O EP novo da Keila já está no ar!!

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Vamos falar sobre a tua carreira atual. O que você poderia destacar no que vai acontecer daqui pra frente?

Pretendo lançar um disco, não sei ainda te dizer se esse ano ainda. Estou iniciando a turnê de divulgação do meu EP que ta bem variado. Mas nesse primeiro disco pretendo focar no technobrega.

O que que vem de novidade? E em relação ao teu trabalho anterior (Gang do Eletro) novidades?

A Gang está de molho de projetos novos. Estamos todos focados em projetos pessoais, Mas sempre rola show.

Como você analisa a Música Paraense atualmente?

Fervendo, É nosso momento. O Pará é um Caldeirão criativo, sempre trazendo novidades A cada dia surgem novos artistas, novos ritmos. Estou sentindo a galera bem mais confiante acreditando e apostando na nossa sonoridade. Isso me deixa muito feliz e orgulhosa.

Você já está pensando em exportar o tecnobrega para o exterior?

Sim! Os gringos piram! Cheguei a ir com a Gang em alguns países e fomos muito bem recebidos. O ritmo tem um potencial imenso e já é reconhecido como música eletrônica da Amazônia. Eu trabalho pensando em alcançar esse status. Tenho algumas músicas em espanhol e fiz uma participação cantando em espanhol no disco do Marcelo um amigo que faz tecnobrega e mora em Costa Rica.

O que você destacaria do que está acontecendo na Música Nacional?

Eu estou adorando essa onda pop brasileira. Pessoas cheias de Luz e representatividade fazendo questionamentos válidos pra sociedade, musicas bem humorados e dançantes Mulheres dominando o mercado do sertanejo alias esta difícil competir com o sertanejo. Hahaha quem sabe um dia o Tecnobrega chega nesse patamar.

 

 

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Entrevista Especial: Clemente Tadeu Nascimento – Inocentes/Plebe Rude/Fantástica Banda Sem Nome

Clemente Tadeu Nascimento é um dos grandes heróis do Movimento Punk Brasileiro. Ele atua em várias áreas, além de ser vocalista e guitarrista dos Inocentes há mais de 30 anos, também faz parte
da Plebe Rude. Além disso tudo, co-escreveu o livro “Meninos em Fúria”, com o escritor Marcelo Rubens Paiva. Confira nesta entrevista especial detalhes sobre todas as aventuras do Clemente.
 
 Clemente na internet:
 
 
 
 
 
 
Você é o vocalista e guitarrista da banda Inocentes há mais de 30 anos e está há um bom tempo também na Plebe Rude. Quais são os planos para estas duas bandas daqui para frente?
 
Rapaixxx! Continuar vivos (rsrs). Acho que o mais importante agora é manter o nível, não virar uma banda cover de si mesmos, acho que rola um EP da Plebe e um single do Inocentes esse ano. 
 
Além disso tudo, você também está de maneira intensa na internet: no Estúdio Showlivre e também no Heavy Lero (com o Gastão Moreira). Quais são os próximos passos destes dois programas? E já podemos afirmar que o youtube não é mais o futuro da televisão, mas sim o presente?
 
Cara, o YouTube é uma ferramenta muito boa, onde a produção pode ser mais barata e você pode concretizar ideias, não acho que seja o futuro da televisão, pois a TV é uma ferramenta diferente, mas o YouTube democratizou a informação, você não precisa mais esperar por uma emissora para produzir seu programa, é só fazer e divulgar. o Showlivre já é uma instituição na internet, existe desde 2000, mas o Heavy Lero e o canal KZG, tem conteúdo para um publico bem específico, nosso nicho, o Gastão Moreira dá o sangue para manter o canal vivo. 
 
Você tem contato com o grande universo da música independente nacional. Quais bandas/artistas você indicaria?
 
Nossa tem tanta gente bacana que é difícil citar só alguns, Jonnata Doll e os Garotos Solventes, Marrero, Picanha de Chernobill, Verônica Decide Morrer, Expresso Vermelho, Monstros do Ula Ula, Rocca Vegas e a lista vai embora.
 
Você também co-escreveu, junto com o conceituado escritor Marcelo Rubens Paiva o livro “Meninos em Fúria”. Existem outros projetos para o mundo da literatura?
 
Como disse o Marcelo Paiva, “Agora que te ensinei a escrever, escreve o seu sozinho” (rsrs) É isso que vou fazer, é um plano antigo, mas que devo começar a realizar em 2018. 
 
O que mais de interessante e essencial o Movimento Punk te ensinou?
 
O mais legal foi o “Faça Você Mesmo”. Esse lema me norteou a vida toda, me incentivou, se não fosse isso eu não teria produzido um monte de coisas que fiz, acho que esse lema Punk é tudo na minha vida rsrsrs…
 
Fale sobre os próximos passos da banda Clemente & A Fantástica Banda Sem Nome? 
 
Os próximos passos, são lançar um clipe da música “Sou Como O Sol” dirigido pelo Gastão Moreira e gravado no Partisans Pub, o clipe ficou maravilhoso e é o primeiro que o Gastão dirige e fazer shows, aonde tiver espaço pra tocar.
 
 
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Entrevista Especial: Esteban Tavares

Esteban Tavares ficou conhecido como baixista da banda Fresno, neste período já demonstrava todo o talento como músico. Atualmente, é um dos compositores mais interessantes da música brasileira (ultrapassando todos os rótulos). Que tal conhecer um pouco mais sobre ele? Continue lendo

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Entrevista Especial: Literatura para ouvir – Christina Fuscaldo

O livro “Discobiografia Legionária é uma das provas que o Rock’n’Roll pode gerar grandes obras literárias. A jornalista e escritora Christina Fuscaldo conseguiu esta façanha, escrevendo um deleite literário por meio dos discos da Legião Urbana. Ela também revelou nesta Entrevista Especial sobre outros projetos… Agora chega de falar e vamos deixar a própria explicar tudo para nós!!! Para conhecer os outros trabalhos dela, acessem:  http://chrisfuscaldo.com.br/ ou https://pt-br.facebook.com/chrisfuscaldooficial/ 

Você está finalizando a biografia do Zé Ramalho e já lançaste a Discobiografia da Legião Urbana. Falando sobre livros e sonoridades, qual foi a biografia que você leu e te deixou impressionada?

Rapaz, eu já li várias biografias que amei! E sigo lendo. Mas acho que posso ressaltar algumas que ajudaram na minha formação como jornalista de música e biógrafa. São elas: “Tropicália: a história de uma revolução musical” e “A divina comédia dos Mutantes”, ambas de Carlos Calado; “Brock: o rock brasileiro dos anos 80”, de Arthur Dapieve; “Eu não sou cachorro, não”, de Paulo César de Araújo; “Paulo Leminski: o bandido que sabia latim”, de Toninho Vaz. Esses livros eu li na época da faculdade de Jornalismo, no início dos anos 2000. 

Antes de começar o curso, eu tinha mania de ver documentários estrangeiros de rock em VHS com meu pai e ler as revistas de música que ele colecionava. Quando eu rumei para esse mercado, comecei a montar minha própria coleção de livros e de revistas. E, entre os livros mais atuais, eu destaco o “Roberto Carlos em Detalhes”, do Paulo César de Araújo, “Cowboys do asfalto: Música sertaneja e modernização brasileira”, de Gustavo Alonso, “John Lennon – Vida e Obra”, de Sergio Farias, “A biografia de Torquato Neto”, de Toninho Vaz, e a mais recente e magnífica “Elis Regina: nada será como antes”, de Júlio Maria. Eu estou deixando um monte de títulos maravilhosos de fora, porque não estou olhando para minha biblioteca enquanto respondo. Aposto que depois vou ficar me martirizando, mas tudo bem… Rsrsrs 

Quais foram os momentos mais interessantes durante o processo de escrever a Discobiografia da Legião?

Foram vários… Mas acho que o melhor de tudo foi poder entrevistar os que eu tenho chamado de coadjuvantes da história da banda. Eles me mostraram que eram tão importantes para o livro Discobiografia Legionária quanto os protagonistas. Falo dos produtores, técnicos de som, diretores artísticos de gravadoras, nomes que às vezes passam batidos em biografias, mas que me ajudaram a remontar a biografia dos discos da Legião Urbana. E, claro, entrevistar Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá foi a realização de um sonho de infância e adolescência. 

Quando vai ser lançada a Biografia do mestre Zé Ramalho? Houve momentos de tensão?

A previsão é lançarmos (eu e a editora Sonora) no final deste ano, mas ainda estou no processo de escrita. Por isso não consigo te dizer uma data certa. Mas eu posso dizer que esse livro foi o projeto mais tenso de toda a minha vida! Levei anos para conquistar a confiança de Zé Ramalho e para que ele me desse a autorização. Levei anos para conseguir uma editora depois que Roberto Carlos conseguiu proibir a biografia dele. Larguei emprego para mergulhar na pesquisa e o dinheiro acabou. Fiz um mestrado para aprofundar a pesquisa e o dinheiro acabou de novo. Convencer certos personagens a falarem comigo foi um suplício. Convencer o próprio Zé a colaborar não foi fácil. 

A escrita de uma biografia é um processo muito solitário e que enche o autor de dúvidas o tempo todo. Mas, entre mortos e feridos, estou confiante que sairá um livro feito com todo amor à obra de Zé Ramalho e todo o respeito à história desse artista. E saio desse projeto com uma paixão louca pela Paraíba, pela cultura musical e literária nordestina em geral, e por diversos personagens com os quais me relacionei.

Você também um projeto musical. Tem algum lançamento previsto? Como é para você estar em quase todos os lados do mundo musical?

Sim, acabei de finalizar meu primeiro álbum solo, que se chama “Mundo Ficção” e será lançado nas plataformas digitais ainda em agosto (com clipes saindo a partir de setembro). Eu tive um EP lançado com minha antiga banda, a ECT (Eu, Chris e Taís), em 2008, e, também com a banda, gravamos duas faixas para uma coletânea do selo Niterói Discos, em 2010. Não estava pensando em gravar de novo, mas acabei descobrindo a composição em 2014 (nunca é tarde para começar!) e sendo convencida por um argentino que apareceu em minha vida. Desta vez, entrei em uma aventura proposta pelo produtor Juan Cardoni, que é um grande músico e tem referências musicais que, junto às minhas, deu no que deu: uma mistura que estou chamando de TPB (Tango Popular Brasileiro). 

Gravamos tudo bem devagar, entre 2015 e 2016, com Juan tocando todos os instrumentos. Tivemos as participações de Hyldon (voz e guitarra em “Enigma”, uma parceria nossa), Guilherme Schwab (violão e weissenborn na releitura de “Muito estranho”, de Dalto e Claudio Rabello), além de Altair Martins e Marlon Sette (trompete e trombone em “Minha menina, não”).  O disco está sendo distribuído nas plataformas digitais pela Warner Chappell e, em breve, espero levá-lo aos palcos. 

Estar em todos os lados da música, para mim, é enriquecedor. Sempre fui muito curiosa e sempre gostei de experimentar. É muito bom poder escrever sobre algo que sei e não só sobre algo de que ouvi falar. Acho que as experiências acabam influenciando na minha escrita.

Quais são os teus próximos projetos?

Tenho sempre mil projetos na cabeça, mas agora preciso focar em terminar essa biografia do Zé Ramalho e em lançar o meu disco. É possível que, em breve, eu embarque também em projeto de livro sobre o grupo A Cor do Som, que sempre adorei. 

 
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Edição Especial: Evandro Mesquita

É inquestionável a importância do cantor e compositor Evandro Mesquita na história do Rock/Pop Nacional. E é com muita honra que anunciamos esta Entrevista Especial com ele! Inaugurando um novo formato… Enjoy it!

Para Evandro Mesquita, ainda existe grande possibilidade de uma nova explosão do Rock Nacional, como algo parecido do que ocorreu no começo da década de 80. “O momento tá tão ruim quanto aquela época, e o rock é um grito de resistência que, às vezes, explode forte vindo do underground e ocupando espaços”. 

Além de cantor, multi instrumentista, cantor e compositor, Evandro é um grande esportista e apreciador do que está acontecendo no Brasil neste universo. Mas para ele, o maior de todos e de todos os tempos foi um só: “Pelé!”

Como ator, este ícone da Cultura Pop Nacional, está cheio de planos. “Gravei a nova temporada da ESCOLINHA DO PROFESSOR RAIMUNDO e estamos fazendo um documentário sobre a história da Blitz. Ando batalhando duas séries que escrevi e um roteiro de um longa.”

Mas para quem é muito fã da Blitz, pode aguardar que vem coisa muito boa por aí. “Vamos tocar no Rock in Rio e continuar na turnê sem fim no Brasil e pelo mundo”.

YEAH! 

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Entrevista Especial: Bruno Gouveia – Biquíni Cavadão

Mais um grande momento para comemorar o retorno do blog. Desta vez, uma entrevista especial com um dos grandes ícones do Rock Nacional: Bruno Gouveia, vocalista da banda Biquíni Cavadão.

Com mais de 30 anos de existência, a banda já deve ter passado por momentos incríveis. Quais que você mencionaria?

Fizemos programas antológicos, como o Chacrinha, na década de 80, abrimos para Red Hot Chili Peppers, na década de 90, gravamos um DVD antológico em Fortaleza  na década de 2000 e Roda-Gigante foi indicada ao Grammy Latino em 2013. Estas são algumas das boas histórias que colecionamos

O mercado da música brasileira já passou por vários momentos. Atualmente, vivemos o apogeu da música sertaneja. Você acha que isso, de certa forma, está atrapalhando a volta do Rock Nacional para o mainstream?

A moda atrapalha, claro, não somente o rock mas todos os outros estilos. Onde está o axé, por exemplo? Mas acho que falta um fio condutor. Todos estão experimentando muita coisa mas falta uma corrente de idéias, e estilos de composição. Temos boas bandas novas e elas aparecerão na hora certa. Enquanto isso, as que já estão no mainstream buscam dar o seu melhor.

O que você destacaria do que está sendo feito no Rock independente nacional atualmente?

Boogarins, Folks, Los Porongas, Mafalda Morfina, são alguns dos nomes que ouço e gosto.

Vendo a agenda da banda no site de vocês, é impressionante a quantidade de shows. Quais são, na sua opinião, os momentos que enlouquecem completamente o público, durante as apresentações?

Graças a Deus, temos uma boa coleção de hits. Isso nos ajuda a fazer o show fluir com energia sempre boa. E fica a nós o desafio de apresentar as novas músicas intercalando estes momentos bons

Quais são os próximos planos da banda?

Seguir com a tour “As Voltas Que O Mundo Dá” até o ano que vem e gravar um novo disco, quem sabe, um acústico…

 

 

 

 

 

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Entrevista Especial: Artur Bestene – Hambúrguer e Rock’n’Roll

Não existe nada mais Rock’n’Roll do que comer Hambúrguer, isso quando falamos de sanduíches. E um dos especialistas no assunto é o chef de cozinha paraense Artur Bestene. Vamos conhecer um pouco mais sobre o trabalho dele nesta entrevista. Ele contou uma grande novidade, que você só saberá no final da leitura!

Quando você começou a se interessar pelo mundo da gastronomia?

Cara, eu sou filho e neto de cozinheiros. Sou de família árabe. Portanto, no meu meio de circulação, e como bom gordinho, eu não era muito adepto do quintal com as crianças subindo em árvores. O meu lugar preferido era na cozinha com a vovó e com a mamãe, fazendo esfirras e quibes. Agora, profissionalmente, isso se deu, quando fui morar no Rio de Janeiro, aos 19 anos, cursava Publicidade, e eu tinha o sonho de ser músico. Na verdade, publicidade era o meu plano B, eu queria seguir o Rock’n’Roll. E aí, rapaz, eu fazia bicos de cozinheiros em hotéis, em eventos particulares. Só que eu não achava que isso iria virar profissão. A grande virada aconteceu quando eu desisti da profissão de músico, por causa do mercado. Eu vi que estava difícil demais seguir este sonho. Então, eu resolvi abrir um bar, para que eu me contratasse, para eu tocar. E aí, foi quando o cardápio se consagrou em cima do artista. Isso em 2004.

É possível relacionar a gastronomia com o Rock’n’Roll?

Absolutamente! Claro que sim! O primeiro negócio foi o Rock’n’Roll Circus. A ideia era homenagear um disco dos Rolling Stones (1968), “Rock’n’Roll Circus”, no qual eles ciceroneavam outras bandas. Da mesma forma, eu fazia isso, nesta meu Bar/Hamburgueria. A Gastronomia era Rock’n’Roll! Era agressiva, com hambúrgueres grandes, sabores fortes e inusitados. Tudo isso relacionado ao mundo do Pop, do Rock, desde a decoração, que estava ligada à Pop Art, e o cardápio estava costurado a este contexto. Os assuntos debatidos estavam voltados ao Rock’n’Roll, e com pratos inspirados nos artistas. Não eram só batizados apenas com os nomes, mas explicavam os por quês. Por exemplo: no cardápio estava explicado que determinado sanduíche de bacon era o preferido do Elvis Presley e contava a história que ele viajava mais de dois mil quilômetros para comê-lo.  

A Circus Hamburgueria se tornou uma referência em Belém. Quais momentos, você destacaria em toda a história da empresa?

Cara, eu destacaria o começo! Porque ela não nasceu com o intuito de ser uma hamburgueria, aliás na época, nem tinha este termo. Era para ser apenas um bar de Rock. E, pasmem, a Circus Hamburgueria foi uma das primeiras do Brasil, a se especializar em hambúrgueres gigantes. E logo adaptamos as receitas aos ingredientes regionais e com hambúrgueres de 250 gramas, e isso tudo na periferia da cidade! Lotava! E posso afirmar que o aconteceu no começo, foi um sonho realizado. Outra coisa bem bacana: era que os garçons ficavam vestidos de Elvis Presley. Depois deste período maravilhoso, crescemos, saímos da periferia e viemos mais para o centro da cidade. Mudamos o nome de Rock’n’Roll Circus para Circus, e se tornou um ambiente mais familiar. Com o boom das hamburguerias na cidade, retornamos para o universo do Rock’n’Roll e estamos desenvolvendo um trabalho bem interessante no Old School Rock Bar (um dos bares de Rock de Belém do Pará).

Você também é especialista em inventar novos hambúrgueres. Quais são as novas receitas

Ah, rapaz! Eu estou sempre inventando novos hambúrgueres. O último que eu inventei foi num festival de chocolate, e daí eu criei um de cupulate (chocolate de cupuaçu), com calabresa, requeijão de cerveja de cupulate, pão de cupulate e uma cebola caramelizada. Foi um grande sucesso! 

Quais são os teus novos projetos?

Ahhhh….O meu novo projeto vai ser o seguinte: eu vou lançar agora, e vou falar com exclusividade para você e os teus leitores, uma linguiçaria! Vou abrir um bar só de linguiças e cervejas! Com 40 sabores de linguiças, muitas cervejas, vamos também franquiar esta ideia: Linguiçaria paraense. Aguardem muito em breve na cidade e no Brasil todo e quiçá no mundo todo… Viva Las Vegas! Um abraços a todos! Foi uma honra de ceder esta entrevista, meu irmão! 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Entrevista Especial: Larissa Maxine

Para marcar o retorno definitivo do blog Ver-o-Pop, nada como uma boa entrevista. Conheçam o trabalho da atriz Larissa Maxine, que entre outras especialidades, desenvolveu uma trajetória bastante interessante no mundo burlesco.
 
 
Você já sofreu muito preconceito pelo trabalho artístico?
Muito. O tempo todo para falar a verdade. E não só pelas decisões profissionais, pelas escolhas de vida também. A desconstrução e a compreensão do outro diferente é um exercício diário, que também me proponho a fazer. Mas acontece muito de perceber ações de preconceito.
 
Como você analisaria e destacaria do mercado das artistas burlescas no Brasil?
É pequeno. Existe sim um crescimento atual, mas ainda está longe de ser um bom mercado.
 
Quais são os lugares onde você costuma se apresentar?
Festivais de rock, casas noturnas, despedidas de solteira  (de solteiro fiz pouquíssimas vezes e sempre me estressei)
 
Quais foram para você os momentos mais marcantes da tua carreira?
Recentemente o clipe do Matanza e o Curta Cinema. Propostas em que produzi além de atuar. Sou um bichinho inquieto, escrevo, produzo, danço e atuo. Adoro quando posso unir todas as habilidades.
 
Estou em processo de criação com o novo clipe do Gangrena Gasosa. Além de atuar realizo a direção de arte. Estou bem empolgada com essa ideia maluca do diretor e amigo Fernando Rick. E ainda estou em processo de gravação com o filme “O Hospital”, do diretor Carlos Voltor. Também vai rolar a mostra de cinema da Imagine Filmes, que sou mestre de cerimônias. Agenda lotada e cheia de boas coisas.
 
P.S.: Saibam mais sobre o trabalho do diretor Carlos Voltor e sobre o filme “O Hospital”
 
Carlos Voltor é produtor, diretor, roteirista, editor, já teve um canal de curtas de terror e dirigiu curtas, e está dirigindo e roteirizando seu primeiro longa “O Hospital”, dirigindo o seguimento “Crime e Castigo” e fã de todos os tipos de filme, quadrinhos, series, RPG, e outras manifestações de cultura pop. Produz o canal Voltorama no Youtube sobre TV, Cinema, Quadrinhos e varias outras coisas, e sempre está participando de podcasts pela internet, como o Nerdcast.

O Hospital 
 
Filme de terror em três episódios, todos ambientados no mesmo hospital abandonado. 
 
Sem Futuro, dirigido por Nícolas Queiros, traz um sobrevivente em um hospital abandonado tendo que enfrentar monstros e a sua própria mente.
 
Até que a Morte, dirigido por Helvecio Parente, conta a história de uma estudante de arquitetura que acaba refém de um ex médico louco. 
 
Por fim, Crime e Castigo, dirigido por Carlos Voltor, mostra pessoas presas num ambiente inóspito, sem saber como sair, nem por que estão lá. 
 
A produção é 100% independente e não tem nenhum dinheiro envolvido, mas a garra dos realizadores é grande, e o filme deve estar pronto antes do final de 2017.
 
Ainda estamos no meio da produção, e devemos terminar as gravações em setembro e iniciar a pós produção.
 
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DIA MUNDIAL DO ROCK: DADO VILLA-LOBOS E ERASMO CARLOS

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O Retorno do blog Ver-o-Pop e o DJ Cremoso para curtir no fim de semana!!!

O blog Ver-o-Pop está de volta e cheio de novidades. Este retorno será muito ESPECIAL!!! A volta dos que não foram, ou melhor, foi e vai voltar de uma maneira bem MELHOR!!! UM ÓTIMO FIM DE SEMANA PARA TODOS!!


CREMOSO

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