Notícia Especial: Cypress Hill confirma apresentação no Rio de Janeiro em outubro, após mais de 20 anos longe dos cariocas

O multi-platinado grupo de hip-hop Cypress Hill confirmou seu show no Rio de Janeiro: vai ser no HUB RJ (Santo Cristo), no dia 11 de outubro (quinta). E a espera foi longa, o grupo não se apresentava para os cariocas desde 1996, quando foi uma das principais atrações do festival Close Up Planet, na Praça da Apoteose.

O Cypress Hill que vem ao Brasil traz os MCs da formação original B-Real e Sen Dog acompanhados de Eric Bobo, na percussão e o DJ Mix Master Mike, presença frequente ao lado dos Beastie Boys em álbuns e shows.

O primeiro álbum do Cypress Hill foi lançado em 1991, e vendeu mais de 2 milhões de cópias. Esse CD homônimo de estreia foi seguido pelo disco ‘Black Sunday’, que faturou três discos de platina e levou o Cypress pra o grande público, graças ao mega-hit ‘Insane in the brain’.

O Cypress Hill é respeitado como um dos mais importantes grupos da história do hip-hop. Eles, que já foram indicados ao Grammy, venderam mais de 18 milhões de álbuns ao redor do mundo e são considerados mentores do rap e hip-hop da Costa Oeste estadunidense.

 

Partidários da legalização da maconha desde o início da carreira, nos anos 90, eles ainda creem que o debate sobre o tema é relevante. “Procuramos educar as pessoas, além dos benefícios para a saúde, ou até mesmo do uso recreativo, a erva é uma injeção para a economia de qualquer país”, pondera B-Real.

Com seu álbum de estreia ainda no topo das paradas, o Cypress Hill se tornou o primeiro grupo de rap a ter dois CDs no top 10 da Billboard, em 1993, quando lançaram ‘Black Sunday’, que chegou ao número um.

CYPRESS HILL:

DIA 11/10 (QUINTA)

Abertura da casa: 20hrs

Local: Hub Rj – Av Professor Pereira Reis, Nº50.

 

 PISTA COMUM – R$ 60,00* 
 PISTA PREMIUM GO DRAFT – R$ 140,00* 
 BACKSTAGE GO DRAFT (OPEN BAR) – R$ 350,00*
▪ Vodka Premium Absolut, Absolut Drinks, TNT, Gin Beefeater, Whisky Jameson, Cerveja GO DRAFT, Sucos Liv, Refrigerante, Tônica, Água

* Meia-entrada: estudantes, menores de 21 anos e maiores de 60 anos ou ingresso solidário válido com 1kg de alimento

 

Classificação 18 anos

Vendas Eventim.com.br

Segue o link do evento

https://www.facebook.com/events/390876601419338/

 

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Entrevista Especial: Johaine Droppa – Cantora e compositora – Um dos nomes interessantes do novo Rock Nacional

Diretamente da cidade de Curitiba, a cantora e compositora Johaine Droppa representa muito bem a nova geração do Rock nacional. Ela concedeu uma Entrevista Especial para o blog, contando todas as novidades da carreira dela!

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Como você começou tocando Rock’n’Roll?
Meu interesse surgiu ainda pequena. Minha mãe me mostrou algumas músicas do Elvis Presley quando eu tinha uns 12 anos de idade. Achei a sonoridade incrível. Antes dessa idade eu fazia aulas de piano, mas nunca me identifiquei muito com o instrumento, Foi quando peguei pela primeira vez uma guitarra na mão. Aí foi um caminho sem volta. 

Quais são as tuas principais influências?
Escuto de tudo um pouco. Posso dizer que em termos de voz quem me influenciou muito foi Chris Cornell, Janis Joplin, Lady Gaga e Steven Tyler. Quanto a guitarra eu fico com Tom Morello, Jimi Hendrix e Eric Clapton. 

Quais são as principais temáticas das letras das tuas músicas?

Procuro falar sobre algo que convivo, observo ou me incomodo. Não penso muito sobre o que escrever. Creio que o processo criativo surge conforme os sentimentos. 
 

 

Como é a tua relação com os fãs? 
Muito boa. Eu sempre falo que tudo o que eu faço é para o fã. O reconhecimento, as mensagens e os elogios funcionam como um combustível diário para continaur compondo e gravando. Não há nada que pague o carinho que recebo deles. 

Quais são os teus próximos projetos?
Estou em estúdio preparando dois novos singles, que ainda serão lançados este ano. Cada um virá com uma roupagem um pouco diferente do que meu público está acostumado. Mas creio ser muito importante experimentar novas texturas e passear por outras vertentes. Mas claro, a Johaine continua ali! 

 

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VEM AÍ – A FESTA TREME

 

Afronte, Gritaria e Convocação!!!!!

 

Adoradores do neon

reféns da lantejoula e do Paetê

maníacos do glitter

Galera da Golada

Viciados em strass

Os unicórnios do arco-íris

As Lokis bate peruca

Só o creme da malacagem

Góticos suave

modinhas florais

Ingressos: https://www.sympla.com.br/festa-treme__300323

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Prepara teu ombro na velocidade do eletro que vem aí

1ª edição da FESTA 

                 TREME

Tudo junto e misturado!
Ritmos e tribos,
Se jogar tá liberadis a onda é balançar a raba e tremer o ombrinho até ficar breadis.
Respeitando o coleguinha do lado

QUEM VAI BROTAR POR LÁ!? 

A festa começa com a Dj 
ANANINDEUSA 
E toda sua beleza afro ameríndia em seu dj7 dispara os hits rebolativos pra galera

NOITE SUJA
As Drags S1mone e Leid vão chegar tombando com a sua cara
Acompanhadas das artistas performers trans, drags, viadas e sapatões mais lokas da cidade. 

 

KEILA  

A anfitriã da night dona do treme todo é a Cantora Keila (ex gang do eletro) Ela que é bem loka e vai te ensinar direitinho como se faz as paradinha do ombro.

já está no mundo seu primeiro single solo VAI TREMER que veio acompanhado de um clipe colorido de dar vida a raba. 
Não tem como ficar parado!! 

ZEK PICOTEIRO
Lambadeiro de primeira o nego lindo vai mandar seu repertório arrebatador até o último rebolar da Pixta#YUKÊ
Tatuagem e piercing no meio da onda 
LIMBOO TATTOO

 

local: Toca Restô Bar 

endereço: Av. Brás de Aguiar – 53 – Nazaré 

início: 22h 

 

 

 

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Entrevista Especial: André Paixão – Nervoso e Os Calmantes / Lafayette e Os Tremendões / Super Studio / Tripa Seca

André Paixão é cantor e compositor das músicas da banda Nervoso e Os Calmantes. Mas ele tem uma longa estrada no Rock e no Pop Nacional, vide as participações dele em bandas como: Acabou La Tequila, Autoramas, Matanza, etc.

Ele concedeu uma Entrevista Especial que contou o futuro musical dele, entre “otras cositas más!”

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Atualmente, o que a banda O Nervoso e Os Calmantes anda fazendo?

Nós ficamos envolvidos com um monte de projetos particulares. Acabou que a banda deu uma fragmentada. O Alberto, que era o tecladista, saiu. Eu fiquei fazendo trilhas, o Alê trabalhou também com produção musical. Nesse meio tempo, eu montei um estúdio, ali eu produzo outros artistas também e faço trilhas sonoras.

Mas a vontade de tocar junto sempre permaneceu. Eu já toquei em um monte de bandas, mas esta foi a que eu mais me senti bem, na verdade, eu sou suspeito para falar também, porque as coisas acabam partindo de mim. Mas tava rolando este vazio, esta vontade de encontrar de novo para levar um som.

A gente adora estas músicas, são importantes e eternas. Pensamos que a melhor maneira de voltar, seria criar coisas novas e foi o que acabamos fazendo, compomos a música “Um Corpo Além”, que se tornou um conceito do disco. Na verdade, queremos muito produzir um trabalho conceitual.

Qual é a previsão para composição deste disco novo?

Nós vamos começar a pré-produzir neste primeiro semestre. Como a gente vai finalizar ele? Eu ainda não sei. Nós ainda não temos nenhuma parceria firmada. Mas temos o estúdio e as nossas mentes criativas, porém o mais bacana é que será um disco que os temas vão e voltam, sabe? Meio temático, meio trilha sonora de filme. Eu sempre quis fazer isto.

Você sempre teve uma história muito grande com a cena musical do Rio de Janeiro. Como é o teu envolvimento atual?

Na verdade, cara, eu nunca me envolvi com a cena, mas sempre me envolvi com tudo. E a cena, eu acho que ela te limita um pouco. Você acaba sendo reconhecido por fazer parte por determinado segmento, e isto para mim, nunca foi muito saudável. Apesar de saber, que as pessoas te colocam numa prateleira e isto acaba sendo inevitável.

A verdadeira cena é você poder ter uma oferta bacana de eventos culturais, sabe. Música, cinema e teatro tudo misturado.

As pessoas precisam ter uma pré-disposição para consumir cultura. E aqui no Rio é um pólo de cultura gigantesco. Apesar de termos eventos ligados aos grandes nomes da música brasileira, mas os artistas da música independente não despertam muito a curiosidade de boa parte da população local.

Além da banda O Nervoso e Os Calmantes, você ainda toca no Lafayette e Os Tremendões, né?

Sim! Nós nos apresentamos na Virada Cultural, em São Paulo. Eu tenho um outro projeto musical, que sou eu, Marcelinho Calado, o Renato Martins do Canastra e o Melvin, que é a banda Tripa Seca. Nós já estamos preparando o disco no estúdio, com 10 músicas inéditas.

O novo disco da banda Nervoso e Os Calmantes vai sair apenas no formato virtual?

Cara, eu gosto muito do formato físico, se a gente conseguir uma parceria, vai ser muito legal! Eu produzi o disco do Getúlio Côrtes, que saiu em físico, produzi também o disco de Natal do Lafayette, no ano passado, que vai sair em vinil de 180 gramas. Acho muito bacana ter o disco!

O que você anda produzindo no teu estúdio?

Este estúdio foi o maior acontecimento, porque eu e a Guta (atriz Guta Stresser, esposa do André Paixão) estávamos procurando uma casa e achamos uma no Itanhangá (Jacarepaguá / Rio de Janeiro). Acabamos achando este espaço, que era um flat, fiz fazendo um tratamento acústico.

Este estúdio foi um grande salto na minha vida, porque comecei a receber gente, também tem um ambiente caseiro e dei o nome de Super Studio.

Recebo muita gente que está só com uma ideia de música e eu ajudo. Por exemplo, um artista novo que ainda não sabe por onde começar, mas tem uma música boa, eu o ajudo a dar um caminho para a composição dele.

Nós temos um time de músicos muito bons lá, que tocam com a Fernanda Abreu, entre outros artistas e eles são produtores também. Normalmente, são artistas que estão a minha volta. Eu adoro receber gente lá e sem relógio na parede. Criando e fazendo arte!

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Notícia Especial: Sublime with Rome confirma shows no Rio de Janeiro

À espera acabou! 

A banda Sublime With Rome retorna ao Rio de Janeiro depois de três anos para uma apresentação histórica no HUB RJ (Santo Cristo), no dia 15 de setembro (sábado). O grupo chega com um novo álbum de 2018 e também apresenta os hits de seus dois primeiros lançamentos, “Sirens”, de 2015 e “Yours Truly”, de 2011. Nessa tour a banda irá celebrar os grandes sucessos da era #Sublime, que tem mais de 20 anos de existência. 

 “Nós tivemos mais tempo, nos conhecemos melhor agora e somos músicos ainda melhores”, disse Rome Ramirez, que tinha apenas 20 anos quando embarcou nesta jornada vitoriosa. 

 Com o baixista e co-fundador do Sublime, Eric Wilson, ancorando o grupo, o Sublime With Rome está armado com um trabalho autoral de altíssimo nível. 

Produzido por Rob Cavallo, o último lançamento é uma expressão de três músicos que se comunicam e se expressam perfeitamente através de seus instrumentos.

 A banda fará seu retorno à América Latina em setembro. “Não podemos esperar para voltar à América Latina e tocar algumas músicas com alguns dos fãs mais furiosos do planeta”, disse Rome Ramirez.

Formado em 1988, em Long Beach, o Sublime é uma banda estadunidense de ska punk e reggae. Com a morte do vocalista Bradley em 1996 os integrantes restantes resolveram encerrar as atividades do grupo. No entanto, em 1997, músicas como “What I Got”, “Santeria”, “Wrong Way” e “Doin’ Time” explodiram nas rádios americanas e motivaram o time a continuar seu legado.

O Sublime with Rome é a união da célula que criou o Sublime com a voz emblemática do cantor Rome Ramirez.

Serviço

SUBLIME:

DIA 15/09 (SÁBADO)

Abertura da casa: 19h

Local: Hub Rj – Av. Professor Pereira Reis, Nº50.- Santo Cristo

PISTA COMUM – R$ 60,00* 
PISTA PREMIUM GO DRAFT – R$ 140,00* 
BACKSTAGE GO DRAFT (OPEN BAR) – R$ 350,00*
▪ Vodka Premium Absolut, Absolut Drinks, TNT, Gin Beefeater, Whisky Jameson, Cerveja GO DRAFT, Sucos Liv, Refrigerante, Tônica, Água

 

*Valores de meia entrada

 

Meia-entrada: estudantes, menores de 21 anos e maiores de 60 anos ou ingresso solidário válido com 1kg de alimento

 

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Entrevista Especial: Chico Brown – Filho de peixe (Carlinhos Brown) / Neto de peixe (Chico Buarque)… Peixe grande também é

Chico Brown é filho de Carlinhos Brown e neto de Chico Buarque. Mesmo com estas fortes origens, Chico vai muito além como músico e compositor extremamente talentoso. Vamos conhecer mais sobre ele nesta Entrevista Especial!

 

Chico Brown – Facebook

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Chico Brown – Youtube

Quando e como aconteceu esta parceria com o teu avô, Chico Buarque de Holanda (“Massarandupió”)? Tu já tens alguma parceria também com o teu pai: Carlinhos Brown?

Há muito tempo, antes de mostrar para ele a música “Massarandupió”, eu já tinha conversado remotamente sobre as minhas músicas. Mas a princípio, era uma coisa sem muito compromisso. Sem muita expectativa. Mas conforme, eu fui mostrando o meu material para ele, nas reuniões na casa da minha avó (Marieta Severo), que acontecem todos os domingos, este espaço com ele foi se abrindo gradualmente e passei a mostrar muita melodia sem letra, algumas com o formato cancioneiro tradicional, outras mostrava só por mostrar e sem expectativa de vê-las letradas. Curiosamente, ele se interessava mais por essas do que pelas outras. 

Com o meu pai, acontecem mais no momento, mais de modo orgânico, eu começo a tocar e ele diz: “Comece a gravar, grave aí!”. Ou alguma coisa que eu faço, e ele começa a escrever por cima, e já cheguei a fazer uma melodia que já foi parar num disco dele! 

Você nasceu numa família repleta de artistas, isso te influenciou de alguma maneira? E como?

Sem dúvida, esta presença artística na família influencia muito. Só que, musicalmente, eu tive que correr atrás para poder entender. Eu comecei a ouvir música nos shows, ou às vezes num disco no carro. Mas eu me descobrir como músico, eu que precisei correr atrás para ouvir e até onde eu me identificava. Para ver o quanto da música eu carregava no meu som, me ensinava, me fazia sentir. O que daquele som eu acrescentaria para a minha música; muito mais do que eles me mostrando o som deles e me influenciando diretamente.

A influência deles foi muito mais numa esfera pessoal do que profissional. Sempre foi muito mais um conselho de amigos do que de músicos. No caso do meu avô, muito mais um conselho de poeta. Mas também, com os seus palpites musicais, com as suas opiniões, às vezes, uma ideia, que eu considerava. Mas era muito mais na camaradagem!

Como foram as tuas primeiras experiências no universo da composição? E quem são as tuas principais influências?

No mundo da composição, eu posso dizer que as minhas primeiras experiências foram compondo na escola para trabalhos em grupo, até por não ter como ajudar nas outras áreas (risos). Mas os grupos acabavam tendo bons resultados, acabavam dando um tom informal que a turma gostava, as professoras também gostavam, e eu tenho boas canções da época de escola. Desde de repentes nordestinos até canções mais folks falando sobre o Mágico de Oz e blues falando sobre correntes filosóficas, para citar alguns exemplos.

Eu sempre digo que as minhas principais influências estão sempre em constante mutação. Eu posso dizer que sempre fui muito influenciado pelo Rock, pela guitarra, ao mesmo tempo, que eu tenho lado pianístico que tende pela música clássica, trilhas sonoras, etc. E, poeticamente, mais recentemente, eu tenho sido muito influenciado pelo rap, em termos de letras. Eu tenho ouvido bastante coisa, eu tenho exercitado mais escrita, por causa dos meus amigos que trabalham no rap e isto uma versatilidade poética. Mas no universo da composição, eu estou entrando muito no universo do rock progressivo, da música étnica com as suas infinitas possibilidades. Sempre diferente do que os ouvidos ocidentais estão acostumados a assimilar e sentir.

Quais são as tuas principais atividades no mundo da música?

Atualmente, eu estou tentando conciliar a pré-produção do meu trabalho autoral com alguns shows, com foco na gravação do meu primeiro disco. Também trabalho como músico contratado de estrada e de estúdio da banda 3030. Estou no estúdio com artistas como Sérgio Mendes, Marisa Monte, 3030, também com grupos de amigos que tenho aqui no Rio, como por exemplo: Palacete Veiga.

O que podemos esperar dos teus próximos projetos musicais?

Depois de lançar alguns trabalhos como Chico Brown e esperançosamente me estabelecer como compositor, meu grande sonho e ambição artística é montar projetos paralelos e explorar cantos mais obscuros e experimentais da música. Conseguir externalizar músicas e composições que eu tenho montado ao longo dos anos, dos mais diversos gêneros, como Jazz Fusion, Rock Progressivo, Heavy Metal, e quem sabe pensando um pouco alto, num futuro bem distante e se eu estudar bastante, música sinfônica. Eu sempre quis muito compor para orquestras. Eu sempre tive muitos desenhos musicais destinados para a música sinfônica. O meu plano é fazer sentir outras coisas e expandir os horizontes, para quem não possa ouvir estas coisas de outras maneiras! Quem sabe? 

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Phil Collins – Maracanã (22/02) – Show Inesquecível

O público presente no Maracanã, na quinta-feira passada, estava completamente ansioso pelo show do mestre do pop Phil Collins. Dentro da turnê “NOT DEAD YET”.

Mas antes, o “esquenta” foi feito de uma maneira rocker e cheia de hits pela clássica banda The Pretenders. Todos cantavam e dançavam com os sucessos: “Don’t get me wrong”, “I’ll stand by you”, entre outros petardos!

De maneira completamente britânica, Phil Collins e banda subiram ao palco às 21h30. O show começou de forma emocionante com a bela canção “Against all odds (Take a look at me now)”.

Depois era um clássico seguido de outro: “Another Day in Paradise”, “Invisible Touch” e de todas as fases do mestre do pop.

A banda do mestre Phil poderia seguramente se transformar num novo post. Com os eternos escudeiros: Lee Sklar (baixo), Daryl Stuermer (guitarra) e com o filho Nicholas Collins (bateria) mostrando que neste caso talento passou muito pelo gene. 

O show do gigantesco Phil Collins, que durou precisamente uma hora e 45 minutos, foi um banho de felicidade para todos os fãs e para quem é fã de música pop. Aleluia!!!

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Entrevista Especial (bilíngue): 鉢嶺杏奈 (AN NA) – Atriz e Apresentadora da TV japonesa

鉢嶺杏奈 (AN NA) é Atriz/Apresentadora/Repórter do Japão e que concedeu uma Entrevista Especial e Sensacional para o blog.  Ela esteve no Brasil (Rio de Janeiro), em 2016, com a equipe de televisão TBS (Tokyo Broadcasting System) para gravar matérias sobre a cidade que estava se preparando para este mega evento. Vamos conferir!!!

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Instagram – AN NA

Conte quais foram as suas experiências mais interessantes nos programas de TV?

ヨットで17時間かけてペンギンだけのいる島にいったり、
ペルーに沸騰する川を探しにいったり
人生を変えるくらい、何千種類の魚たちに逢えた深海の楽園へ潜ったり
極寒の湖に映る、絶景逆さオーロラを撮影したり
樹齢千年を超す神秘のバオバブの木のそばに住む子供達と顕微鏡をのぞいて見たり
全身塗りたぐりの泥サウナを経験したり
はっている虫を食べたり。。。
この番組で経験したことは計り知れません。
出会った人たちも。

(Passei 17 horas num iate e fui a uma ilha apenas com pinguins. Eu já naveguei num rio fervente no Peru. Já mergulhei num profundo oceano, onde conheci milhares de peixes. Já experimentei uma sauna de lama cheia de pintura corporal. O que experimentei com este programa é algo imensurável e sem contar as pessoas que conheci.)

170ヶ国。
私たちの番組でこれまで行った国と地域の数です。今も増え続けています。
世界中を回って歴史と文化のふしぎを発見する旅が私たちの番組です。
世界へ行こう、世界を知ろうをテーマに世界のあらゆるふしぎを、
クイズとトークで解き明かしています。

Já estivemos em 170 países. É o número de países e regiões que fizemos até agora em nosso programa. Mesmo agora, continua a aumentar.O objetivo do nosso programa é viajar ao redor do mundo para descobrir a magia da história e da cultura.Vamos ao mundo, com toda a obsessão do mundo como o tema do conhecimento do mundo.

Eu conheci você em 2016, no Morro do Santa Marta. O que achou do Rio de Janeiro?

ロンドン、東京、リオ。この三カ国を取材し、五輪が変えるメガシティの未来をテーマにしていました。
五輪がスタートするリオの街と映画などでも知られている不法占拠されていたスラム街、ファベーラの状態を撮影しに行くことが目的でした。
競技施設はもちろん、高速道路や高速列車など交通インフラもほぼ完成。
4カ月後の開催を前に、大きく変わった街の様子をレポートしました。

(Estivemos em Londres, Tóquio e no Rio. Cobrimos os três países e tivemos o tema do futuro da mega cidade onde as Olimpíadas vão mudar. Relatamos o estado da cidade do Rio de Janeiro, que mudou muito. Estivemos aí quatro meses das Olimpíadas relatamos o estado da cidade e também das instalações de corrida, a infraestrutura do trânsito, etc.)

私たちは情報の溢れた中で生きてます。
ネットを開けば、どの情報信じていいかわからないほど。。
サンタマルタは、私の中のネットからの印象を壊してくれました。
カラフルに彩られた壁。狭い路地から聞こえてくる吹き抜けるような陽気な音楽。
それと一緒に笑いながら走り回る子供たち。
狭く積み上がった積み木のようなファベーラには、映画のような暗いイメージがありませんでした。こんな場所が増えたらいい。
自分が来て知らないとネットだけじゃ何もわからない。そう思いました。

(Em relação ao Santa Marta – Vivemos no excesso de informações.Se você abrir a rede, não sabe quais informações você pode acreditar. Santa Marta quebrou a impressão da rede dentro de mim.Uma parede colorida. Uma música alegre como uma brisa para ouvir de um beco estreito.Crianças correndo rindo com isso. Não havia nenhuma imagem escura como um filme sobre a Favela, como um bloco de construção que estava estreitamente empilhado. Espero que o número desses lugares coloridos e sonoros possa aumentar.)

O que você achou da cultura brasileira?

私は音楽が好きです。
音楽に国境はないと思っています。
同じ音を聞き、リズムに乗って踊る。
リオの街は音楽で溢れていたなと印象を受けています。ビーチでも私が音に合わせて踊るとたくさんの方が一緒に踊ってくれました。
何も喋らなくても、同じ音を楽しむだけで会話をしているような気持ちになりました。
そんな熱くて明るくてノリノリなリオの方々が好きになりました。
音楽とダンス、笑顔は、国境を越えるパワーがありますね.

(Eu gosto da música. Não acho que a música tenha fronteiras.Ouça o mesmo som, dance no ritmo. Sinto-me impressionada que a cidade do Rio estava cheia de música. Mesmo na praia, quando dancei com os sons, muitas pessoas dançavam juntas.Gostei do povo quente, brilhante e nostálgico do Rio.Música e dança, o sorriso tem poder para atravessar a fronteira.)

Quais são os teus próximos projetos?

今年は、色んな人と化学反応を起こせる年にします。
毎日の選択肢の中で、いつもとは違う色を選んでみたり、いつもとは違う場所に身をおいてみたり。
そんなトライをしてみたいと思ってます。
飛び込まないと見えないものがある。勇気を出して傷ついて後悔してもやっぱり経験したことは体のどこかで自分を強くする糧になる。たった一歩踏み出すことが大切。
情報が多くあるこの世界で、自分の目で耳で身体で感じたことを信じて今日も生きて行きたいです。

(Este ano, vou analisar melhor as minhas escolhas no dia a dia. Tentar selecionar uma cor diferente do habitual, tentando deixar um lugar diferente do habitual.Gostaria de tentar fazer esse teste.Há algo que você não pode ver sem mergulhar. É importante dar um passo apenas. Neste mundo onde há muita informação, acredito no que senti com meus ouvidos com os meus olhos e quero viver o hoje.)

 

 
 
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Show dos Titãs – Uma Noite no Teatro (16/02) – Teatro Bradesco Rio – Apresentação de Rock’n’Roll para lavar a alma

Os Titãs (Sérgio Britto, Tony Bellotto e Branco Mello) mostraram na noite da sexta-feira passada (16/02), no Teatro Bradesco Rio, que ainda são mestres no Rock’n’Roll Nacional e fizeram um show para lavar a alma.

Segundo Gabriel Barreto, baterista e percussionista, os Titãs são detentores de vários clássicos atemporais. “As músicas da banda atravessam as histórias de várias gerações e o show desta sexta-feira inesquecível!”

Além dos três remanescentes, a banda ainda conta com os excelentes músicos: Mário Fabre (bateria) e Beto Lee (guitarra), que seguraram a onda de maneira excepcional!

Os fãs, que lotaram o teatro, foram agraciados com um grande espetáculo repleto de clássicos e de grandes sucessos: “Polícia”, “Bichos Escrotos”,

 

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Entrevista Especial: Tony Bellotto – Guitarrista dos Titãs – “Uma Noite no Teatro”

Tony Bellotto, guitarrista dos Titãs, concedeu uma entrevista da clássica banda de rock Titãs, nesta Entrevista Especial, falou sobre os grandes momentos da história do grupo e também sobre o show “Uma Noite no Teatro”, nesta sexta-feira (16/02), que vai acontecer no Teatro Bradesco (Village Mall), às 21 horas. Fotos: Silmara Ciuffa.

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Em todos estes anos de banda, quais foram os melhores momentos?

Muitos bons momentos, a gravação do primeiro disco, o sucesso de Sonífera Ilha (a primeira vez em que ouvimos a música tocando no rádio foi mágico), o estouro de Cabeça Dinossauro, o Hollywood Rock, os Rock in Rio, o Acústico, abrir para os Stones, para o The Who…

Como está sendo a repercussão do disco novo?

O último disco que lançamos, o Nheengatu, teve uma ótima repercussão, de público e crítica. Mas agora estamos concentrados no lançamento (em muito breve) de nossa Ópera Rock, Doze Flores Amarelas, a primeira já feita no Brasil.

Na década de 90, os Titãs, junto com o jornalista/produtor Carlos Eduardo Miranda, criaram o selo Banguela, que lançou bandas como: Raimundos, mundo livre s/a, Little Quail and Mad Birds, etc. Atualmente, bandas nacionais independentes, você poderia citar como revelações?

Não tenho acompanhado com atenção o que acontece, mas ouço coisas muito criativas e potentes, como sempre. O rock brasileiro é muito intenso e original.

O que será apresentado neste show (“Uma Noite no Teatro”)? Qual é o critério de vocês para a montagem do repertório de um show?

Esse é um show pensado pra o teatro. Isso acontecia muita com as bandas inglesas e americanas nos anos 60 e 70, shows em teatro. É um show concentrado, que as pessoas assistem como um espetáculo. Há músicas da carreira inteira, formação pesada, canções punk, um set acústico, onde  Branco, Britto e eu, cantamos individualmente e também em trio alguns de nossos clássicos. Há também alguma coisa inédita, da ópera, tudo embalado num belo projeto de luz e projeções do Otávio Juliano, que é também um dos diretores da Ópera. Um show diversificado e completo, para que se entenda – e curta – a extensão de nosso trabalho.

Quais são os próximos projetos dos Titãs?

No show do Bradesco, Uma Noite No Teatro, tocamos três músicas inéditas que farão parte de Doze Flores Amarelas. Nesse show agora, além disso, há um set acústico e muitas músicas com a banda toda, na carga total, numa amostra perfeita da diversidade do nosso trabalho.

 

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